Sois o doador dos sete dons e sois poder na mão do
Pai,
por Ele prometido a nós, por nós seus feitos
proclamai.
Viver
no Espírito Santo é como se pudéssemos comparar com a marcha de um barco a remo
ou a vela. A remo, é preciso trabalhar com a força dos braços e dirigir o
barco: mantemos o controle. Mas, a vela, se o vento sopra, não é mais
necessário ou ao menos não é tão necessário fazer esforços, vai-se mais
depressa e se fica menos fatigado.
Os dons
do Espírito Santo são essas ferramentas, essas armas, que Deus nos concede para
lutar cotidianamente em fazer a vontade do Senhor. O mais importante, a
propósito do poder dos dons do Espírito Santo, não é compreendê-los ou explicar
suas implicações, mas experimentá-los.
Viver
uma vida falando e não experimentando os dons é como uma doceira que faz os
melhores bolos, os mais deliciosos, mas nunca teve a coragem de prova-los,
sempre ficou com a opinião dos outros, mas com água na boca.
Tenhamos
a coragem de deixar de ouvir o que os outros provaram e nós mesmos provarmos
dessa fonte de água vida, pois ser católico apostólico romano é fazer das
palavras ação e da ação exemplos que geram palavras.
Jesus
quer incendiar a nossa vida, basta nós deixarmos o sopro do espírito arrastar
as centelhas do fogo abrasador na palha seca que necessita ser queimada e transformada
em orações que chegam aos céus.
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