Podemos dizer que amamos tudo, menos que amamos a
nossa igreja. Podemos ser seminarista de qualquer jeito menos santo. Parece que
amar a nossa igreja e querer ser santo é discurso perdido no meio da nossa
Santa Igreja Católica Apostólica Romana em alguns meios.
Se falarmos que queremos ser santo na faculdade, se
falarmos que queremos seguir o que manda a nossa Santa Igreja, o que diz o
Santo Padre, seguir seus códigos, suas rubricas, é ser ridicularizado, motivo
de chacota.
Mas que sentindo tem entregar-se a Deus se não for
para assemelhar-se a Ele? Toda a santidade e toda a perfeição de uma pessoa
consistem em amar a Jesus Cristo, nosso Deus, nosso maior bem, nosso Salvador.
Mas parece que tem uns por aí que mal se importam com essa necessidade intrínseca
no caminhar vocacional.
Precisamos urgentemente de seminaristas santos!
Repito: Precisamos de vocacionados santos!
Pois a nossa Igreja é uma mãe. Uma mãe que gera, ensina, alimenta,
acompanha, purifica e conduz até o céu, mas se não houver a busca de santidade
de nada adianta permanecer nela. Não vale a pena passar por essa terra sem
perseguir as coisas do alto. Porque se fizéssemos a metade do que fazemos para
ganhar a terra, chegaríamos a ser santos de altar, lembrando de Santa
Terezinha.
Mas a Santidade não é privilegio de uns poucos, mas
sim uma necessidade de todos. "Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é
perfeito”(Mt 5,48)
NÃO TENHAMOS MEDO DE AMAR A NOSSA IGREJA! DE AMAR O
NOSSO SANTO PADRE! DE AMAR A BUSCA DA NOSSA SANTIDADE!
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